BoletoEsta é a seção que mostra casos especiais de animais que foram resgatados, tratados, anunciados e muitos já encaminhados para novos lares.

As fotos mostram o precário estado no momento do recolhimento e a evolução do caso após o tratamento.

 
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Numa tarde do inverno de 2007, um “sarnento”, por um quilômetro, me seguiu até em casa, e mesmo espantando, ele não desistia de me seguir.Então meu coração falou mais alto e resolvi que aquele cão deveria ser curado. Fui até um hospital veterinário e deixei o “Véio” (nome que surgiu na hora da internação) uma semana internado para fazer exames. Foi constatado que ele estava com baixa imunidade e 3 doenças: Sarna, Babesiose e fungo na pele. Com o pouco que ganhava, tive a ajuda de minha mãe para comprar os remédios e montar uma casinha no terreno ao lado de minha casa, pois meu pai não admitia um cachorro doente dentro de casa. Deixava o Véio amarrado a maior parte do tempo para que ele não fugisse e eu pudesse medicá-lo. De baixo de chuva, não deixei de dar um comprimido sequer. Passeava c/ ele para fazer suas necessidades básicas, e ele só se coçava. A vizinhança me olhava de olhos arregalados e se esquivavam quando eu passava por eles com o Véio. Dois meses depois, quando cheguei em casa, encontrei o Véio correndo em minha direção. Meu pai, que aos poucos, se apaixonou pelo Veio “curado”, tinha deixado ele morar com a gente. Hoje o Véio é um cachorro muito ágil e feliz, pois ele tem a companhia do Dody, nosso vira-latas veterano.
     
     
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Essa gatinha foi encontrada em um terreno baldio com uma lesão na cabeça, rinotraqueíte e bicheira na pata traseira, no dia 11.12.07. Tinha em torno de 3 meses de idade. Como pode-se ver, estava muito mal e quem a achou acreditava que ela não tivesse salvação e teria que ser sacrificada, porém, resolvemos tratá-la e um mês depois ela já estava linda como mostra a terceira foto. E dia 01.02.08 ela foi adotada por uma senhora que a levou para lhe fazer companhia e a um irmão gatinho da mesma idade.
     
     
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Esta é a Lobinha, achei perdida na minha praia, chorando e uivando de tanta dor e coceira que sentia, pobrezinha! Cuidei muito dela, dei vacina, atenção, carinho e alimentação. O segundo passo, foi tratá-la da sarna que havia destruído quase que completamente o seu pêlo , e suas patinhas estavam inchadas de tanto ela morder, pois não aguentava mais aquela agonia. Após 4, 5 banhos, e dedicação, ela apresentou melhoras e hoje está ótima. O pessoal da zona queria levá-la num veterinário e dar uma injeção para ela morrer......isso é o que muita gente pensa.....Mas, a favor da vida, salvei a Lobinha! E ganhamos uma amiga muito querida e companheira! Ela é muito faceira! Parece que vive feliz para mostrar o quanto está agradecida.... Juliana Moreschi e Lucas Moreschi Paulo.
     
     
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A Bebel foi encontrada num dia muito frio de inverno, com uma roupinha super apertada que já havia marcado seu pescoço. Estava em cima de um guarda-chuva preto, todo quebrado e a impressão hoje, é de que naquele dia ela havia desistido de lutar pela sua curta vidinha. Segundo o veterinário, ela não tinha 4 meses ainda, estava magérrima, com todos os ossinhos aparecendo, cheia de vermes, com frio e com medo das pessoas. Até hoje se alguém fala alto perto dela, se abaixa e fica com muito medo. Apesar de todo o trabalho e fome que passou ela é uma cachorrinha extremamente alegre, ativa e muito feliz. Aliás, ela espalha alegria na casa onde vive hoje com a Lisa e o Chico, seus novos irmãos . Apesar de todas as despesas para recuperá-la e mantê-la, cada centavo gasto é recompensado pelo retorno em carinho e gratidão.
     
     
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No inicio de dezembro/2006, o Guri apareceu na rua onde mora a Dionéia. Em princípio ela o alimentou e ofereceu água, mas não era o suficiente.... Chamou um veterinário para que o atendesse. Tomou banho, foi medicado e voltou para casa para o tratamento da desnutrição, sarna e bicheira. Ele tinha na época cerca de 8 meses. Durante semanas continuou com os banhos terapêuticos e curativos das feridas. Com o tempo ele foi melhorando e a família se apegando, até que desistiram de doá-lo. Hoje ele está lindo!!! O Guri é um doce de cachorro, brincalhão, adora desamarrar os tênis das pessoas. Todos o amam muito e ele sabe retribuir todo este carinho e atenção.
     
     
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"Vi o anúncio da Dalvinha em julho/07. Pela foto que anunciava "Dálmata passando fome, mais ou menos 3 anos de idade", já imaginava a magreza da coitadinha! No dia que a adotei, chorei de felicidade por poder ajudá-la, pois pessoalmente ela estava bem pior que no anúncio e acho que não resistiria mais muitos dias. A maior surpresa que a Bebel (novo nome que dei a ela) me deu, foi quando o veterinário constatou sua idade pela arcada dentária, a qual lhe falta alguns dentes que estão totalmente gastos: 8 ou 9 anos, aproximadamente!! Após 30 dias de tratamento com muita medicação, comida e, principalmente, amor, a "vovó" Bebel está radiante e é muito faceira e "pulante", e se deu muito bem com o casal de poodle e a gata que já moravam comigo. Ela ainda é um pouco desconfiada da máquina fotográfica, por isso só consegui tirar a foto atual dela meio de longe, disfarçando. Mas acho que ela já esqueceu quantos anos já sofreu e quantos filhotes já teve que reproduzir, pois seus últimos anos de vida (que ainda serão muitos, pois está saudável e feliz) já estão sendo de pura alegria!".
     
     
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A Pretinha apareceu no estacionamento do meu trabalho muito magra, com sarna e com medo de todos que se aproximavam. Com o tempo, devido as "sobras de almoço", ela foi engordando e ficando mais à vontade. Devido a falta de pêlos no corpo, criou uma repulsa em algumas pessoas, que começaram a se organizar para baní-la do local. Por isso resolvi tratá-la e hoje, castrada, vermifugada, gordinha e saudável ela é uma cadelinha muito alegre e carinhosa. No entanto, ela está num lar temporário, com espaço muito restrito e sem a atenção e carinho que merece. Certamente já teve dono, pois só faz suas necessidades na rua. Convive bem com outros cães e gatos e é muito brincalhona.
     
     
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Quando me aposentei e finalmente tive tempo, fui para a Internet procurar o meu sonhado cachorrinho. A companheira que escolhi era a que parecia em piores condições, mas não foi por isso que a peguei; foi porque era ELA e nenhuma outra. Ver a Meméia se transformar de um bichinho doente, arredio, medroso, tímido e muito feia numa cachorrinha confiante, alegre, sadia, carinhosa, inteligente e muito linda foi um processo maravilhoso. Eu sou muito grata por esse nosso encontro, e o bem que ela me faz é maior que qualquer bem que eu tenha feito a ela. Elisabeth.
     
     
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Foi no fim da tarde que encontrei a Costelinha. Era um montinho de ossos no meio do capim em uma estrada da Lomba do Pinheiro. Trouxe água e ração, mas ela não tinha força para ficar de pé. Bebeu água e não conseguiu comer. Anoiteceu, começou a chover e não pude deixá-la alí. Levei pra casa. Se era para morrer pelo menos que fosse num lugar quentinho dentro de uma caixa de papelão. De manhã, quando fui vê-la, SURPRESA ! ela levantou a cabeça e abanou o rabinho. Foram 40 dias de banhos com remédio para a sarna, antibióticos para a pneumonia, leite com pão para ver se conseguia engolir alguma coisa e, aos poucos, ração triturada. Depois de tanta luta não consegui me separar da Costelinha. Foi castrada, desverminada e vacinada. Hoje está assim, linda ! Ficou amiga dos meus gatos e é tudo alegria e amizade. Ela soube lutar quando encontrou amor !
     
     
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A Belinha apareceu na frente da loja onde trabalha a Daiana.
Quando apareceu por lá tinha sarna e estava muito debilitada. Graças aos cuidados que recebeu da Daiana e de seus amigos, hoje ela está saudável e feliz.
Daiana nos conta que a Belinha está muito linda e é querida e protegida por todos. Ela não dorme mais na rua, e sim dentro de casa, com uma vizinha que deu grande apoio e ajudou muito nos cuidados da Belinha.
     
     
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O REX foi deixado amarrado no portão do canil de uma protetora, com uma focinheira preta de couro e com um TUMOR enorme pendurado no pescoço. Estava tristonho e amedontrado. O tumor era muito grande e as moscas rondavam incessantemente a lesão. Sua orelha estava caída pelo peso do tumor.
A medicação inicial foi ministrada e foi indicada cirurgia o mais breve possível.
A cirurgia foi um sucesso!! Parabéns às veterinárias Anamaria Brenner e Mariane Lambert que fizeram o procedimento.
O Rex teve um excelente pós-operatório e agora está muito bem!
     
     
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No dia 23 de dezembro de 2006 foi encontrado um cachorro andando no meio da pista da RS 239 (entre Sapiranga e Campo Bom). Ele é muito dócil e veio de encontro a coleira, entrou no carro ( deitou no banco e ficou bem tranqüilo - provavelmente acostumado a isso). Foi levado a uma veterinária, onde foi tratado. Ele estava muito magro, com sarna e bicheira. A idade aproximada do Brutus (nome que recebeu) é 1 ano e meio, ele é de porte grande, foi vacinado, desverminado e castrado. Hoje está curado, sadio e perfeitamenta adaptado em um novo lar.
     
     
 
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A Luna foi encontrada na praia de Quintão em fevereiro/06. Ela tinha pouco menos de 1 mês e pesava 300 gramas. Me apaixonei por ela contrariando todos que diziam que ela era feia e não iria sobreviver, pois estava com um forte grau de anemia e cheia de vermes. Hoje após 9 meses ela está linda e mais cheia de vida do que nunca. Não me arrependo de ter recolhido ela das ruas. Andréia Oliveira.
     
     
 
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O primeiro nome do Petrucchio foi dado pelos veterinários que atenderam ele, logo após ser recolhido na avenida Protásio Alves: Galgo ! O cãozinho sarnento, acuado, encolhido e triste entrou no consultório veterinário nomeado Galgo e pesando 6 Kg. Um mês depois, recebeu alta e saiu de lá alegre e brincalhão pesando quase 10 Kg. Foi para um lar temporário onde ficou por 7 meses. Lá, se mostrou um "cãopanheiro" maravilhoso, com as pessoas e com os outros cães da casa. Foi adotado junto com a Benedita, que também tem uma transformação impressionante, saindo de seu lar temporário com 14 Kg e muita dignidade !!! Esta é mais uma história de abandono com final feliz ! E pensar que muitas pessoas acham que, quando um cão se encontra num estado como estava o Petrucchio, não há mais solução...
     
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O Cacá foi encontrado, em outubro passado, procurando comida no lixo tendo como companhia a sarna, as pulgas e os carrapatos.Mal conseguia caminhar pois suas patinhas pareciam quebradas, tamanha descalcificação. Ele devia estar com aproximadamente 3 meses mas, parecia ter pouco mais de 1 mês, provavelmente devido o estado de desnutrição. E com tudo isso e tão minúsculo, ele ia seguindo o caminho dele, um caminho meio sem destino ( o destino mais próximo naquele momento devia ser o lixo) e depois, sabe-se lá... A recuperação dele foi um pouco demorada principalmente, as patinhas mas, muitos banhos e muita vitamina depois surge um novo cão: alegre, brincalhão e sonhador ( ele quer ser jogador de basquete). Aquele cachorrinho que ninguém olhava na rua, transformou-se no centro das atenções por onde passa. Adora andar de carro e deitar em um sofá. Foi adotado e agora tem uma família. Mora numa casa maravilhosa com muitos gatos, a Melzinha Barbuda, que foi adotada junto com ele, muito amor, carinho, atenção e... um sofá!
     
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A Benedita foi encontrada por um grupo de crianças num dia muito quente de verão. Estava deitada, praticamente desmaiada, sob um pequeno pedaço de sombra de uma árvore. As crianças chegaram perto e ela nem abriu os olhos. Foi retirada do local sem esboçar qualquer reação.
Em algumas partes de seu corpo, a pele já se abria e de tanto se coçar já sangrava. Foi alimentada e no dia seguinte encaminhada para uma consulta onde foi desverminada e iniciou-se o tratamento contra a sarna. Em questão de três semanas, o quadro da sarna já estava praticamente controlado e Benê se mostrou um cãozinho muito alegre e dócil. Cresceu, foi esterilizada e finalmente adotada junto com outro cão recolhido em condições semelhantes à dela, o Petrucchio. A comparação das fotos "antes" e "depois", considerando-se o intervalo de 45 dias entre elas, mostra que muitas vezes o aspecto assustador não condiz com a facilidade de tratamento, enquanto que algumas doenças como o "preconceito", não têm manifestação física visível mas são extremamente danosas e difíceis de curar.
     
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Rosinha Teimosinha! Este foi o nome dado a esta cachorra que foi "teimosa" por continuar viva! Ela foi espancada por resistir à tentativa de abuso sexual por parte de um mendigo. A cena foi observada por moradores do local e a cachorrinha foi recolhida por um deles, encaminhada para um lar temporário, tratada dos ferimentos no corpo (especialmente no olho direito), da sarna que a afligia e da grave desnutrição instalada.
Após dois meses de intensa medicação e cuidados, nossa amiguinha estava pronta para adoção. Hoje ela mora numa excelente casa, com um ótimo pátio. Está esterilizada e é extremamente dócil, evidenciando que os bons tratos apagaram de sua memória o horror que um ser humano pode causar a um animal ou a outras pessoas.
Vamos continuar trabalhando para que cada vez mais este tipo de situação seja apenas uma lembrança amarga de tempos que ficaram para trás...